Prêmio Zilda Arns de Responsabilidade Social 2022 tem nova dinâmica de indicação

Promovida pela ADVB/PR, iniciativa consagra as instituições filantrópicas de maior destaque no ano; Nesta edição, as próprias entidades podem se inscrever     Anualmente, a Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil – seção Paraná (ADVB/PR) consagra a Personalidade de Marketing, Vendas e o Empresário do Ano, com o Prêmio Personalidades. Na ocasião, acontece também, há 18 anos, o prêmio Zilda Arns de Responsabilidade Social, que reconhece as organizações sem fins lucrativos, associações, fundações e OSCIPs, que se destacaram por sua atuação durante o ano. Nos anos anteriores, a entidade era escolhida por meio de uma banca avaliadora, porém, neste ano, a dinâmica mudou: as próprias instituições poderão se inscrever para o prêmio, contando sua história e apontando suas necessidades.   “Mudamos o formato de inscrição neste ano para ter um alcance maior, já que a associação atua em todo o Paraná. Além de ajudar a instituição (financeiramente ou com insumos, materiais ou serviços solicitados), temos também como objetivo divulgar ações sociais merecedoras de ajuda e que necessitam de maior atenção da nossa sociedade”, ressalta o vice-presidente da ADVB/PR e coordenador do prêmio, Rogério Afonso.   Para se inscrever é simples: basta entrar no site: www.advbpr.com.br e preencher o formulário com nome, contato, história da instituição, o motivo pelo qual ela merece ganhar a premiação, e também quais as necessidades precisam ser atendidas. As respostas devem ser enviadas até o dia 9 de setembro.   A entidade vencedora será escolhida por uma banca avaliadora, composta por diretores da ADVB e de outras entidades de mercado, assim como representantes de entidades privadas e públicas. A premiação acontece no dia 20 de setembro, às 19h, na cerimônia de entrega do Prêmio Personalidades ADVB/PR 2022, no Clube Curitibano.   Mais informações e regulamento: www.advbpr.com.br/noticias. 

Vítimas do critério – como tomar decisões num mundo em transição?

O assunto é tema central do Estrela ADVB com o especialista em inovação e transformação digital Walter Longo; Evento acontece na próxima quarta-feira (31), às 8h, no Hard Rock Cafe Curitiba   Mundo em transição, crises, guerras, metaverso… As mudanças e as perspectivas do mercado serão o ponto de partida para o debate do Estrela ADVB deste mês, em Curitiba. Quem estará no palco do Hard Rock Cafe é o especialista em inovação e transformação digital Walter Longo, que vai dar a palestra “Vítimas do critério – como tomar decisões em um mundo em transição?”.  O evento, promovido pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil – Seção Paraná, acontece na próxima quarta-feira (31), das 8h às 9h30 da manhã.   Publicitário e administrador de empresas, com pós-graduação na Universidade da Califórnia, Longo é também empreendedor digital, palestrante internacional e sócio-diretor da Unimark Comunicação.   “Nosso papel é trazer para os nossos associados e para o mercado paranaense discussões pertinentes e relevantes. Neste encontro, o mestre Walter Longo falará sobre a multiplicidade de opções na tomada de decisão na era da incerteza em que vivemos, como formar critérios e identificar tendências. Vai ser um encontro muito rico e de grande importância para os profissionais de marketing e vendas, mas também para outras áreas de atuação”, diz a coordenadora do Estrela ADVB e vice-presidente da entidade, Gislayne Muraro.   A entrada é gratuita para associados, patrocinadores e parceiros da instituição, com vagas limitadas ao público externo. Os convites estão disponíveis para compra no site sympla.com/advbpr.

Brand the Experience: ADVB/PR promove curso imersivo inédito sobre marcas de sucesso

Workshop terá uma experiência diferenciada no Hard Rock Cafe Curitiba e diversas práticas de branding com grandes nomes do mercado   Aprender branding na prática. Esse é o objetivo da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil – Seção Paraná (ADVB/PR) com o “Workshop Brand the Experience – dos fundamentos à experiência”. O curso acontece no próximo dia 2 de setembro (sexta-feira), das 9h às 18h, e conta com uma metodologia inovadora, desenvolvida com exclusividade pela entidade, em parceria com a Komm Brandgency.    Com um kit exclusivo, que inclui camiseta e caneca personalizadas, para os participantes e 100% imersiva, a capacitação acontece no Hard Rock Cafe Curitiba, sob coordenação do Conselheiro da ADVB/PR e especialista em branding Roger Rieger. “Durante o workshop vamos abordar porque as marcas são os principais ativos dos negócios e o que elas estão fazendo para ampliar sua relevância, desenvolver seus negócios, se diferenciar no mercado e ganhar, além da preferência, a confiança dos consumidores”, explica Rieger, que é sócio-diretor da Komm, designer, consultor, professor e tem mais de 35 anos de experiência.   O encontro também contará com a participação de outros profissionais que são referência em suas áreas de atuação. Eles vão falar sobre os cases de suas empresas e como foi o desenvolvimento dos trabalhos na prática. São eles: o diretor de branding da Ligga Telecom, Tiago Moro, o gerente de marketing do Festval Supermercados, Fabiano Szpyra; a sócia-diretora comercial e de marketing da rede de pet shops Hiper Zoo, Patricia Maeoka; a pesquisadora associada do Instituto de Copenhagen de Estudos Futuros e Data Product Manager na Geofusion, Isabela Albuquerque; o sócio-diretor da Air Promo, empresa de marketing promocional, Rafael Maia; e a presidente do Instituto Municipal de Turismo de Curitiba, Tatiana Turra, que falará sobre o case do Natal de Curitiba.    O case de sucesso do Hard Rock Cafe também será abordado no programa. “Nossa missão neste curso é trazer desde os fundamentos do branding até os cases de empresas de sucesso, que construíram marcas fortes e sólidas. Além disso, vamos entender como fazem para explorar as experiências em torno de suas marcas, como se comunicam e interagem com seus clientes. Por fim, levar essa reflexão para os participantes analisarem como estão construindo a sua marca no mercado”, explica a diretora de cursos da ADVB/PR, Silvia Candeloro.   SERVIÇO Workshop Brand The Experience – dos fundamentos à experiência Investimento: R$990, com almoço e kit exclusivo Hard Rock / ADVB inclusos; Condições especiais: Desconto de 50% para associados, apoiadores e patrocinadores da ADVB/PR; com cupom, 30% de desconto.  Mais informações: https://www.sympla.com.br/advbpr 

Maringá recebe Estrela ADVB/PR com Gustavo Bacila

Bate-papo com o CEO do Grupo Baston Aerosol acontece na próxima quarta-feira (24), às 19h, na sede da ACIM, e terá como tema o case da marca Above Na próxima quarta-feira, dia 24 de agosto, a Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil – Seção Paraná realiza mais uma edição do Estrela ADVB. A cidade de Maringá vai receber o CEO do Grupo Baston Aerosol, Gustavo Bacila, depois do grande sucesso do encontro realizado em maio, em Ponta Grossa. Na palestra, o empresário vai falar sobre sua história de sucesso empresarial e também do case de construção e crescimento da marca Above. O evento está marcado para às 19h na sede da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM), que fica na Rua Vereador Basílio Sautchuk, 388 – Zona 01.  “O Estrela ADVB é a grande oportunidade de ouvir personalidades do marketing, vendas e gestão que impactam de alguma forma o nosso mercado. E, claro, aprender com seus acertos, erros e experiências. Temos uma agenda importante de eventos ao longo dos próximos meses, que vem a enriquecer o circuito de encontros, não só de Maringá, como do Paraná todo”, ressalta o vice-presidente da regional Maringá da ADVB/PR, José Roberto Mattos. Associados, patrocinadores, parceiros da instituição e convidados podem participar do evento. Os convites estão disponíveis no site https://www.sympla.com.br/estrela-advb-maringa—gustavo-bacila__1666872

No 1º trimestre de 2022, avançam confiança e otimismo dos dirigentes de vendas e marketing

Trimestral, a Sondagem de Confiança e Expectativa dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil é conduzida pela ADVB, com apoio técnico da Fipe. Objetivo: acompanhar a opinião de ocupantes de cargos de vendas e marketing sobre a evolução da economia brasileira, dos setores em que atuam e das empresas onde trabalham. Também mede expectativas para os próximos 12 meses, que inclui o desempenho das vendas e a evolução da verba para ações de marketing. Para a 17ª rodada, foram convidados a participar da sondagem indivíduos com cargos nas áreas de vendas e marketing, dirigentes e ocupantes de cargos relevantes em suas empresas e instituições. Contou com a contribuição de 509 respondentes, entre 11 de abril e 09 de maio de 2022. Para o dia 4 de julho, está previsto o início da coleta da próxima rodada (18ª rodada, referente ao 2º trimestre/2022). Em momento oportuno, serão encaminhados, aos respondentes, os convites e instruções, como de praxe. Perfil sociodemográfico Declararam-se do gênero masculino 76,5% dos respondentes, dos quais 75,7% apresentavam 45 anos ou mais. Geograficamente, predominavam respondentes de empresas sediadas em São Paulo (42,2%), Paraná (33,6%), Santa Catarina (8,9%), Distrito Federal (2,8%), Pernambuco (2,8%) Rio Grande do Sul (2,8%), Minas Gerais (2,5%), Rio de Janeiro (1,4%), entre outras unidades da federação. Perfil profissional e setorial Quanto à posição ocupada, a maior parte dos respondentes apresenta cargos relacionados à presidência; direção geral e de vendas; gerência comercial, de marketing e de vendas; superintendência de marketing, direção de planejamento estratégico; entre outras posições. Em termos de enquadramento, as empresas dos respondentes atuavam em atividades relacionadas a comércio e serviços (85,3%), indústria (11,9%) e agronegócio (2,8%). Quanto aos segmentos de atuação, temos: comércio varejista (8,1%), serviços de tecnologia da informação (6,5%), publicidade e pesquisa de mercado (6,0%), educação (6,0%), outras atividades profissionais, científicas e técnicas (5,1%), consultoria e gestão empresarial (4,3%), serviços de escritório e apoio administrativo (4,1%), atividades de serviços de financeiros (3,3%), entre outros segmentos da economia brasileira. No quesito porte, a maior parcela dos respondentes (37,8%) integrava empresas classificadas como de pequeno porte (até 9 funcionários). Outros 30,8% faziam parte de empresas e organizações de 10 a 99 funcionários. Por fim, 8,9% compunham empresas com 100 ou mais funcionários. Confiança No 1º trimestre de 2022, a confiança voltou a registrar resultados mistos. Isso decorreu, por um lado, da melhora marginal das condições econômicas relacionadas aos setores, às empresas e negócios dos respondentes. Por outro, da leve deterioração das condições gerais da economia brasileira. Na comparação com os resultados da sondagem no 1º trimestre de 2021, cabe destacar avanço generalizado da confiança dos respondentes, abrangendo as três dimensões consideradas pela sondagem. Expectativas Sobre as expectativas, os resultados apurados no último trimestre pendem para um otimismo mais abrangente, sustentado pelo desempenho projetado para as empresas e negócios dos participantes da sondagem. Na comparação entre as expectativas dos respondentes no 1º trimestre de 2022 e o mesmo período de 2021, foram registrados avanços no âmbito da economia brasileira, no setor de atuação das empresas e nas próprias empresas/negócios dos respondentes. Leituras do cenário Os resultados da sondagem oferecem, ao menos, duas leituras do cenário econômico atual, segundo a ótica dos dirigentes de vendas e marketing. A primeira, de longo prazo, baseada na consolidação de um quadro visível de melhora frente à percepção dominante, em um momento crítico da pandemia, há um ano. Já a segunda leitura, de curto prazo, é marcada pelo contraste entre o momento deliciado e de incertezas vivido pela economia brasileira e o desempenho/otimismo dos respondentes com suas respectivas empresas e dos negócios. Vendas e verbas de marketing A parte majoritária dos respondentes projeta crescimento tanto no valor das vendas quanto na verba disponível para ações de marketing, no decorrer dos próximos 12 meses. Quanto ao valor de vendas nos próximos 12 meses, os respondentes se distribuíram entre aqueles que se declararam otimistas (79,1%) e pessimistas (10,4%). A parcela restante (10,5%) apostava na manutenção dos patamares atuais. Já com relação à verba de marketing, a expectativa média apurada foi um pouco menos otimista, distribuindo-se da seguinte forma: expectativa de aumento para 60,5%; de estabilidade, para 27,6%; e de queda, para os demais (11,9%). Confiança por UF (média 1º trimestre/2022) O indicador apresentado representa a média das notas atribuídas pelos respondentes às três dimensões: economia brasileira, setor econômico e empresa/negócios. Os resultados para a UF devem ser interpretados com cautela, dada a limitação da amostra. No 1º trimestre de 2022, os maiores avanços foram registrados em Pernambuco* (+0,15), Distrito Federal* (+0,15) e Santa Catarina (+0,09). Já no campo das expectativas, consolidou-se uma visão otimista em relação ao futuro em todos os recortes geográficos avaliados, com destaque para a perspectiva positiva assumida pelos respondentes com empresas sediadas no Distrito Federal* (+0,47). Expectativas: valor das vendas por UF Na avaliação das expectativas por UF, prevaleceu uma perspectiva de aumento do valor das vendas em todos os recortes, destacando-se os resultados apurados pela sondagem em Paraná (86,0%) e Santa Catarina (82,6%). Expectativas: verba de marketing por UF Em relação à perspectiva de incremento na verba de marketing, o otimismo relatado pelos respondentes também foi majoritário em todas as UF selecionadas. Destaque para Distrito Federal (87,5%) e Santa Catarina (82,8%). Participe da próxima rodada através do link: https://pt.surveymonkey.com/r/ADVB_PR_2T2022

OS DADOS E NÚMEROS NÃO MENTEM. TÁ ESPERANDO O QUE?

Estudo da Kantar Ibope revela que 74% dos internautas fazem compras on-line, 61% utilizam home banking, 50% aderiram aos serviços de entrega e 46% se guiam pelos serviços de geolocalização. O que temos mais?  Só observando, pesquisando e analisando cenários é que podemos desenhar e construir as tendências do FUTURO. Tenho estudado muito sobre INOVAÇÃO, tanto radical como incremental, e percebo o quanto esse “rascunho” do que está por vir, dá vida para negócios, produtos e serviços, que muitas vezes não existem, mas estarão nos desejos inimagináveis dos consumidores e, ainda, serão ofertados nas mais diversas plataformas. Imagino que um filme já passou pela sua cabeça, com cenas do passado, presente e próximos capítulos. Um dos maiores ativos dos TALENTOS do futuro é a informação e o CONHECIMENTO e, nesse sentido, a ADVB PR tem sido guardiã e promotora do debate e discussão dos grandes temas, ao melhor estilo da recomendação do futurista Alvin Toffler, que é do “aprender, desaprender e REAPRENDER”. Este conceito de olhar disruptivo do mundo dos negócios, é a motriz do nosso marketing, ao longo dos tempos, mas que hoje em dia não se resume em encantar e surpreender o cliente, mas ANTECIPAR os seus SONHOS. Proporcional o inimaginável, para dizer pouco, na era de senhores como Musk, Bezzos, entre outros visionários. Sim, quem você colocaria mais nesta galeria? No Estrela ADVB ouvi atento a Melissa Vogel, Ceo da Kantar Ibope Media, num misto de atenção e exercício mental a respeito do que nos espera. Compartilho algumas das minhas anotações. “As TENDÊNCIAS de hoje deixam as bases para os comportamentos de amanhã”, já foi alertando, para desmistificar o que chamamos de “exercício de futurologia” que, na verdade, impera quando não temos a boa e velha base de fatos e dados. Vem comigo, pensando, nesta nuvem de números coletados pela Kantar: LONGEVIDADE – 30% da população terá mais de 60 anos em 2030; DIGITALIZAÇÃO – Em 2.000 apenas 1% das pessoas compravam on-line; COMPRAS – Em 2021, 42% informaram que usam o e-commerce; COMPORTAMENTO – 41% dizem que compras on.line facilitam a vida; CREDIBILIDADE – 46% acreditam na segurança do sistema; Somente esta fotografia já permite ao EMPREENDEDOR atento às ações de melhoria e antecipação e criação de novos negócios, concorda? Aliás, o nascer e morrer de uma empresa podem estar representados neste universo e, então, pergunto? Como estão as coisas aí na sua firma? Chame o time e coloque os números na mesa, para um “brainstorm” de SOLUÇÕES, sem vetos, como preconiza o bom exercício de CRIATIVIDADE.    Uma NOVA SOCIEDADE está se formando e aqui não propomos a profundidade de um grande estudo, mas sinalizações, por exemplo, considerando apenas a longevidade e o seu mercado, com novos produtos, serviços, tais como alimentação, vestuário, hospitalidade, medicamentos, hotelaria, viagens, mobilidade, entre outros. Ainda em cima do primeiro item citado: daqui a 8 anos 30% da população será de 60+. Olha só: num mercado que discrimina, por exemplo, os ainda jovens 40+ do mercado de trabalho, vamos ter que nos dobrar ao poder de consumo de uma geração ativa e muito viva e com dinheiro no bolso. É o poder das vovós e vovôs sarados e gatas (os). A capacidade de radiografar as novas realidades é um grande diferencial, mas acima de tudo, numa era de saturação de dados e estatísticas, saber o que fazer e agir frente às mudanças é o verdadeiro ouro. “Como é que eu nunca pensei nisso antes?” – vira e mexe nos pegamos com esta pergunta, que encontro seu complemento na antiga frase popular: “quem chega primeiro bebe água limpa” ou, ainda, naquele: “Deus ajuda, quem cedo madruga”.  O que faremos com a informação que temos em nossas mãos? Transformar em conhecimento é premente e mandatório para quem quiser se manter neste verdadeiro mercado/mundo VUCA (ou BANI) – Frágil, Ansioso, Não-linear e Incompreensível. Aliás, a rapidez é tão grande que nem mesmo os termos sobrevivem por muito tempo, como mostra o jovem VUCA, engolido pelo mundo BANI, por conta do tsunami da pandemia. O que mais temos no bloco de anotações. “Não adianta convidar todo mundo para festa. Tem que chamar para dançar”, cita a  executiva pesquisadora Estrela ADVB, que aconselha uma resignificação geral para o que temos hoje, com mais aceitação, qualidade de vida, inclusão, diversidade e, por si, desejo e necessidade de consumir. “A casa tradicional mudou”, alerta e é certo, pois temos domicílios de uma pessoa, casais maduros, pessoas do mesmo sexo, famílias com menos filhos e por aí vai. “São múltiplos consumidores e precisamos compreender essa riqueza e diversidade, para conduzir nossas empresas”, destaca Melissa. Eu aqui, revivendo a apresentação, fiquei com a impressão marcante, resumida em uma palavra: OPORTUNIDADE que, para funcionar, precisa encontrar pessoas preparadas, como faço questão de frisar em minhas palestras, consultorias e mentorias. Ou, como teria dito Thomas Edison, a respeito das suas ideias geniais: tudo é 1% de inspiração e 99% de transpiração. A hora é de estudar, aprender e fazer. Transformar é a ordem, em tempos onde HUMILDADE, CORAGEM e AGILIDADE vão impor o ritmo. Bora e vamos então! O mundo mudou: saímos em 2012 de 16% da população acreditando em tecnologia, por exemplo, para 85% em 2021. As marcas mais valiosas e famosas pertenciam à economia tradicional (em 2006 – Coca, Microsoft, GE e Marlboro) e hoje (em 2021 – Amazon, Apple, Google, Microsoft, Tencent), todas com base tecnológica e do mundo digital. Ou seja, repito, o mundo mudou! Vamos esperar o que para mudar? * JOSÉ NASCIMENTO – é um APRENDIZ e, ainda, professor, consultor, mentor e jornalista. Autor do livro “MUNDO 6.0, é pra lá que eu vou”. É conselheiro do NFT ADVB. www.topdegestao.com.br

Impactos do ESG nos novos negócios

Thiago Lima Breus (Mestre e Doutor em Direito do Estado, é Professor Adjunto da UFPR e advogado, sócio de Vernalha Pereira Advogados e coordenador do Grupo de Pesquisa GPS – Gestão Pública Sustentável) A partir da pandemia do COVID-19, uma sigla passou a ter grande destaque nas agendas governamentais e empresariais. É o ESG, sigla que, em português, representa uma aderência obrigatória entre não apenas às boas, mas às melhores práticas relacionadas aos critérios de caráter ambiental (E), social (S) e de governança corporativa (G). A alusão à sustentabilidade e o apoio aos seus compromissos não constitui uma novidade propriamente dita. Há anos, muitas companhias subscrevem os critérios do triple botton line, da agenda 2030, e da observância dos ODS da ONU. Além disso, que a adoção de práticas de impacto ambiental e social leva a vantagens competitivas parece estar se tornando consenso no mercado. No entanto, enquanto avançam mecanismos de análise de sustentabilidade de empresas, mais do que vantagens competitivas, as práticas ESG têm se tornando condições de celebração de negócios e poderão condicionar a sobrevivência de empresas no mercado. Até pouquíssimo tempo atrás, a adesão aos critérios de sustentabilidade se constituía em uma agenda muito positiva, mas meramente acessória para empresas e governos. Atualmente, não basta mais a assinatura de um documento e a fixação de um compromisso no papel. Mais do que isso: a imposição de práticas ESG por articulações de mercado e até por políticas estatais torna completamente obsoleta e inadequada a chamada “maquiagem verde” (greenwashing), realizada em muitos empreendimentos da indústria brasileira de base. Igualmente, maquiar impactos sociais (impact washing) também não se sustentará à medida em que novas gerações moldarão o mundo político e corporativo. Hoje, é indispensável a demonstração do impacto que os negócios causam sob uma perspectiva de sustentabilidade. A sustentabilidade aqui não é entendida somente como práticas conforme regras de proteção ambiental e políticas para preservação do meio-ambiente. Ela inclui, por exemplo, ações que contribuem para satisfação de necessidades básicas humanas e redução de desigualdades. Tudo isso deve ser orquestrado por estruturas empresariais que privilegiem tomada de decisões transparentes, éticas e eficientes e que encampem metas de impacto social e ambiental ao lado de metas econômicas. Em síntese, ser sustentável não equivale mais somente a bem gerir riscos e obter licenças para operação. Atender a essas novas balizas demanda energia e envolve transformações e nesse sentido o ESG se constitui em um verdadeiro melting pot de práticas e políticas que devem ser encaradas como condições para a perpetuação das empresas e negócios a longo prazo. Uma série de mudanças recentes demonstram isso. Primeiro, não há dúvida de que atualmente, no final do dia, a reputação de uma empresa, a atratividade para seus stakeholders, a sua eficiência e seu desempenho econômico são determinados pelo maior ou menor nível de conexão entre três fatores indissociáveis: o inclusivo, o equitativo e o regenerativo. Aquele que nega esse tripé gradativamente se torna menos atrativo aos atuais atores do mercado. Em segundo lugar, estimulando a adesão ao ESG, já há em curso uma série de trade offs entre governos e empresas. Por exemplo, a União europeia só oferece crédito hoje para companhias áreas que se comprometam a não mais ofertar viagens domésticas de curta distância, cobertas por trens. Lá também fundos soberanos resgatam investimentos em empresas que não garantam seguro-saúde para seus colaboradores. Ainda, unidades fabris são fechadas em localidades em que não há universalidade da cobertura de esgotamento sanitário. No Brasil, alguns Estados – como Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte – já legislaram sobre estratégias estaduais de investimentos e negócios de impacto. A adoção de Contratos de Impacto Social – celebrado pelos entes federativos e suas autarquias ou fundações, com entidades públicas ou privadas, para atingir objetivos de relevante interesse social – pode se tornar realidade se aprovado o Projeto de Lei do Senado 338/2018. Em terceiro, o ESG traz vantagens inequívocas até para áreas mais tradicionais da Administração estatal. Nos contratos públicos, as licitações verdes constituem barreira de entrada para empresas sem compromisso social e ambiental e sem instrumentos efetivos de compliance. Nesse sentido, o Decreto Federal nº 10.387/2020, por exemplo, incentiva a formatação de Parcerias Público Privadas (PPPs) que proporcionem benefícios ambientais ou sociais relevantes. Finalmente, não se pode deixar de notar que as novas gerações estão dispostas a pagar consideravelmente mais por produtos e empresas comprometidas com o ESG. Não por menos, muitas empresas buscam aderir atualmente a selos ESG, mas esse movimento não pode ser desacompanhado de uma análise detida de critérios e transformações a que uma empresa se dispõe. Deve-se bem compreender as responsabilidades que assumem, pois, para muitas das certificações, não é suficiente utilizar o ESG como um artifício de vitrine. Se (re)posicionar nesse mercado demanda, assim, que dirigentes estejam vinculados e contem com os insumos necessários para tirar práticas ESG do papel. Na nossa visão, o design de novos negócios e a modelagem de infraestruturas não vão sobreviver dissociadas do ESG. Entendemos que os governos e as empresas precisam alinhar sua governança e engajar a diversidade de todas as suas equipes em torno desses fatores, de modo a produzir uma série de impactos positivos para os cidadãos e para todas as comunidades em que estão inseridos. É uma nova sigla e um novo DNA, ajustado ao novo mundo que se descortina.

Pesquisa: Redes sociais e veículos de comunicação exercem grande influência no comportamento de compra dos paranaenses

Levantamento da Datacenso Inteligência de Mercado, em parceria com a ADVB/PR, aponta tendências de consumo e mudanças no relacionamento dos consumidores com as marcas O consumidor paranaense sempre foi conhecido como um dos mais exigentes do país. Por esse motivo, muitas empresas optam pelo Estado para lançar produtos ou testar campanhas. Parte desse cenário foi retratado pela 1ª Pesquisa de Opinião sobre Marcas de Produtos, realizada pela Datacenso Inteligência de Mercado em parceria com a Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil – Seção Paraná (ADVB/PR). Ao todo, mais de mil pessoas participaram do levantamento, em março deste ano. A maioria dos paranaenses entrevistados (83%) considera a marca importante na hora de escolher um produto. O setor que mais exerce influência do branding é o de tecnologia e eletroeletrônicos. O fabricante é decisivo para quem compra celulares (72%), eletrodomésticos (64% – mesmo percentual de decisão para quem compra alimentos), eletrônicos (60%), tablets e notebooks (49%). Calçados e produtos de higiene pessoal ficaram empatados, com 51%, nesse quesito, mostrando que para metade dos entrevistados a marca não é tão relevante nestas categorias. No caso de roupas, apenas 33% dos paranaenses consideram a “etiqueta” decisiva na hora de escolher um item. Outro dado interessante foi apontado pela pesquisa: mais de 60% dos entrevistados levam em consideração, na hora de escolher o produto a ser comprado, comentários em redes sociais e também em veículos de comunicação, contra apenas 22% que são influenciados por amigos ou conhecidos. “A conclusão que tiramos é que as marcas precisam investir, cada vez mais, em comunicação e marketing para fortalecer seu posicionamento e gerar uma boa reputação perante o público. Não basta ter apenas um bom produto e um canal de distribuição adequado”, destaca o diretor de pesquisas e tendências da ADVB/PR e também CEO do Grupo Datacenso, Claudio Shimoyama. Sobre o local de compra, o levantamento apontou que a pandemia consolidou o formato híbrido. Das seis opções apresentadas aos entrevistados, a que eles mais se identificaram foi “Compro pela internet e em lojas físicas” (42%), seguida por “Minha escolha depende do tipo de produto, preço e entrega”. De acordo com Shimoyama, o consumidor mudou o comportamento de compra nos últimos dois anos. “Ele está mais presente no online, buscando mais conveniência, melhor preço e agilidade. Ao mesmo tempo, gosta da experiência de ir até a loja e ver de perto os produtos”, analisa. O pós-pandemia também influenciou muito no modo como as pessoas avaliam as boas práticas das empresas: 40% dos entrevistados dizem sofrer muita influência na escolha de uma marca quando ela possui práticas na preservação ambiental e projetos sociais. “Cada vez mais o consumidor está preocupado em cuidar do planeta e das pessoas. Uma oportunidade para que empresários se atentem às estratégias ESG dentro de suas corporações”, finaliza o especialista.   Baixe aqui o relatório

Estrela ADVB/PR promove discussão sobre mobilidade elétrica para Londrina e Maringá

As palestras com o diretor de marketing do Grupo Jaguar Land Rover do Brasil, Paulo Manzano, acontece nos dias 29 e 30 de junho O Brasil já registra um crescimento no número de veículos elétricos circulando pelas ruas. Segundo os dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), foram 2.558 emplacamentos de carros elétricos, híbridos e híbridos plug-in no país nos primeiros 30 dias deste ano, um crescimento de 93% sobre os 1.321 emplacamentos no mesmo período do ano passado.  Sobre o futuro da mobilidade elétrica no país, o diretor de marketing do Grupo Jaguar Land Rover do Brasil, Paulo Manzano, lidera o bate-papo no Estrela ADVB/PR, que acontece em Londrina e Maringá, nos dias 1 e 2 de junho (quarta e quinta-feira), respectivamente. O evento é promovido pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil – Seção Paraná. “O tema nunca esteve tão atual: com o aumento do preço dos combustíveis fósseis por conta da escassez de matéria-prima, a mobilidade elétrica já é uma realidade fora do país e caminha com muita celeridade para se tornar uma realidade possível por aqui também”, diz o presidente da ADVB/PR, Claudio Stringari. “A demanda por soluções alternativas de energia e mobilidade é crescente. No Estrela ADVB sempre buscamos apresentar grandes nomes, com temas relevantes para o nosso mercado. O case da Jaguar Land Rover, que será apresentado por seu executivo Paulo Manzano certamente trará um conteúdo riquíssimo a todos nós”, completa a vice-presidente da ADVB/PR e coordenadora do Estrela ADVB/PR, Gislayne Muraro.  Em Londrina, o encontro acontece no dia 1º de junho, às 19h, no Sicredi Coop Conecta, exclusivamente para associados e parceiros da ADVB/PR.  Já em Maringá, o Auditório Ângelo Planas será palco do evento, no dia 2 de junho, às 8h. O evento é para associados e parceiros, com convites limitados para o público e transmitido ao vivo pelo Youtube.com/advbpr.  Mais informações: sympla.com/advbpr.   

Como decodificar tendências e explorar dados

  O assunto é tema central da palestra da CEO da Kantar IBOPE Media no Brasil, Melissa Vogel, para o Estrela ADVB/PR, que acontece na próxima sexta-feira (13), às 8h, no auditório da Neodent, em Curitiba   As fundações do novo – insights para um futuro em construção, é o tema da próxima edição do Estrela ADVB/PR, que acontece no auditório da Neodent, em Curitiba, na próxima sexta-feira (13), às 8h. No evento, liderado pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil – Seção Paraná, quem comanda o bate-papo com o público é a CEO da Kantar IBOPE Media no Brasil, Melissa Vogel.   “O futuro está em construção, mas boa parte dele já está aqui e foi construído ao longo das últimas décadas. Diante de transformações aceleradas e da imprevisibilidade do amanhã, como podemos usar os dados a nosso favor?”, questiona a executiva. Com mais de 25 anos de experiência em pesquisa e inteligência de mídia, Melissa já ocupou diferentes posições de liderança na Kantar e, tanto no Brasil, quanto em outros países da América Latina, pode compreender de forma mais profunda as necessidades dos clientes, o que lhe permitiu colaborar com a indústria no desenvolvimento de métricas, produtos e negócios, cobrindo todo o portfólio da empresa. Ela também é presidente do Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil), entidade que representa a publicidade digital em mais de 45 países.   “Estamos atentos em trazer para os nossos associados e ao público discussões pertinentes ao mercado. A análise de dados nunca se fez tão necessária e ela norteia, inclusive, tomada de decisão em grandes organizações”, diz a coordenadora do Estrela ADVB e vice-presidente da entidade, Gislayne Muraro.     A entrada é gratuita para associados, patrocinadores e parceiros da instituição, com vagas limitadas ao público externo. Os ingressos estão disponíveis no site sympla.com/advbpr. O encontro também será transmitido ao vivo pelo YouTube da associação: youtube.com/advbpr.