O peso da liderança – Por Alexandre Rocha

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Passei anos liderando equipes, operações e empresas em diferentes regiões do Brasil.

E aprendi uma coisa que ninguém conta nas formações de liderança:

A maioria dos problemas que enfrentamos nas organizações não nasce nos processos. Nasce nas relações.

Vivemos uma época em que falamos muito sobre Inteligência Artificial. Sobre inovação. Sobre tecnologia. Sobre produtividade.

E mesmo assim, o maior desafio das organizações continua sendo humano.

Muitas empresas investem milhões em tecnologia. Revisam planejamentos estratégicos todo ano. Contratam consultorias, implementam metodologias, criam novos indicadores.

Mesmo assim, continuam enfrentando os mesmos problemas:

→ Baixo engajamento
→ Conflitos internos
→ Perda de talentos
→ Dificuldade de formar sucessores
→ Ambientes de trabalho cada vez mais frágeis

Talvez porque estejamos procurando respostas complexas para um problema essencialmente simples.

As empresas crescem quando as pessoas crescem.

E pessoas crescem quando encontram líderes capazes de desenvolver seu potencial.


Durante muitos anos acreditamos que liderança era sinônimo de autoridade.

Promovemos os melhores vendedores.
Promovemos os melhores técnicos.
Promovemos os profissionais com melhor desempenho.

Mas esquecemos de fazer uma pergunta fundamental:

Eles estavam preparados para liderar pessoas?

Nem sempre.

E é exatamente nesse momento que surgem muitos dos problemas que limitam o crescimento das organizações.

Porque liderar não é ocupar uma posição.

Liderar é assumir responsabilidade sobre o desenvolvimento de outras pessoas.
Liderar é influenciar comportamentos.
Liderar é construir confiança.
Liderar é tomar decisões difíceis.
Liderar é servir — no sentido mais estratégico possível.

Servir significa compreender que o papel de um líder não é ser o protagonista da história.

É criar condições para que outras pessoas também se tornem protagonistas.


Acredito que estamos entrando em uma nova era da liderança.

A Inteligência Artificial vai transformar processos. Automatizar tarefas. Reduzir atividades operacionais.

Mas nenhuma tecnologia será capaz de substituir a capacidade humana de inspirar, desenvolver, orientar e formar pessoas.

Quanto mais tecnológico se tornar o mundo, mais humana precisará ser a liderança.

Esse será o diferencial competitivo das organizações vencedoras.

Não será apenas a estratégia.
Não será apenas a inovação.
Não será apenas a tecnologia.

Será a qualidade dos líderes que essas organizações formarem.


Defendo uma liderança baseada em cinco princípios:

Responsabilidade — antes de liderar pessoas, é preciso assumir responsabilidade sobre suas decisões e consequências.

Orientação — as pessoas precisam de direção clara para crescer.

Confiança — nenhuma equipe extraordinária é construída sem ela.

Humanização — resultados e humanidade não são opostos. São complementares.

Ação — liderança só existe quando produz transformação real.


Ao longo da minha carreira, aprendi que o verdadeiro legado de um líder não está nos cargos que ocupou. Não está nos resultados que apresentou. Não está nos projetos que liderou.

O verdadeiro legado de um líder está nas pessoas que ajudou a desenvolver.

Porque resultados financeiros podem durar um trimestre.
Projetos podem durar alguns anos.
Mas pessoas transformadas carregam esse impacto por toda a vida.


Por isso acredito que a liderança do futuro não será medida pela autoridade que exerce.

Será medida pela capacidade de desenvolver pessoas.

Não pelo tamanho da equipe que comanda.
Mas pelo número de líderes que forma.

Não pelo poder que acumula.
Mas pelo impacto que gera.

Porque, no final, empresas não crescem apenas através de estratégias.

Empresas crescem através de pessoas.
E pessoas crescem através da liderança.

Esse é o verdadeiro peso da liderança.

E também sua maior oportunidade.

 

 

Alexandre Rocha

Diretor | Grupo Massa | Liderança, Cultura e Transformação Organizacional

 

 

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O peso da liderança – Por Alexandre Rocha

Passei anos liderando equipes, operações e empresas em diferentes regiões do Brasil. E aprendi uma coisa que ninguém conta nas formações de liderança: A maioria dos problemas que enfrentamos nas organizações não nasce nos processos. Nasce nas relações. Vivemos uma época em que falamos muito sobre Inteligência Artificial. Sobre inovação. Sobre tecnologia. Sobre produtividade. E mesmo assim, o maior desafio das organizações continua sendo humano. Muitas empresas investem milhões em tecnologia. Revisam planejamentos estratégicos todo ano. Contratam consultorias, implementam metodologias, criam novos indicadores. Mesmo assim, continuam enfrentando os mesmos problemas: → Baixo engajamento → Conflitos internos → Perda de talentos → Dificuldade de formar sucessores → Ambientes de trabalho cada vez mais frágeis Talvez porque estejamos procurando respostas complexas para um problema essencialmente simples. As empresas crescem quando as pessoas crescem. E pessoas crescem quando encontram líderes capazes de desenvolver seu potencial. Durante muitos anos acreditamos que liderança era sinônimo de autoridade. Promovemos os melhores vendedores. Promovemos os melhores técnicos. Promovemos os profissionais com melhor desempenho. Mas esquecemos de fazer uma pergunta fundamental: Eles estavam preparados para liderar pessoas? Nem sempre. E é exatamente nesse momento que surgem muitos dos problemas que limitam o crescimento das organizações. Porque liderar não é ocupar uma posição. Liderar é assumir responsabilidade sobre o desenvolvimento de outras pessoas. Liderar é influenciar comportamentos. Liderar é construir confiança. Liderar é tomar decisões difíceis. Liderar é servir — no sentido mais estratégico possível. Servir significa compreender que o papel de um líder não é ser o protagonista da história. É criar condições para que outras pessoas também se tornem protagonistas. Acredito que estamos entrando em uma nova era da liderança. A Inteligência Artificial vai transformar processos. Automatizar tarefas. Reduzir atividades operacionais. Mas nenhuma tecnologia será capaz de substituir a capacidade humana de inspirar, desenvolver, orientar e formar pessoas. Quanto mais tecnológico se tornar o mundo, mais humana precisará ser a liderança. Esse será o diferencial competitivo das organizações vencedoras. Não será apenas a estratégia. Não será apenas a inovação. Não será apenas a tecnologia. Será a qualidade dos líderes que essas organizações formarem. Defendo uma liderança baseada em cinco princípios: Responsabilidade — antes de liderar pessoas, é preciso assumir responsabilidade sobre suas decisões e consequências. Orientação — as pessoas precisam de direção clara para crescer. Confiança — nenhuma equipe extraordinária é construída sem ela. Humanização — resultados e humanidade não são opostos. São complementares. Ação — liderança só existe quando produz transformação real. Ao longo da minha carreira, aprendi que o verdadeiro legado de um líder não está nos cargos que ocupou. Não está nos resultados que apresentou. Não está nos projetos que liderou. O verdadeiro legado de um líder está nas pessoas que ajudou a desenvolver. Porque resultados financeiros podem durar um trimestre. Projetos podem durar alguns anos. Mas pessoas transformadas carregam esse impacto por toda a vida. Por isso acredito que a liderança do futuro não será medida pela autoridade que exerce. Será medida pela capacidade de desenvolver pessoas. Não pelo tamanho da equipe que comanda. Mas pelo número de líderes que forma. Não pelo poder que acumula. Mas pelo impacto que gera. Porque, no final, empresas não crescem apenas através de estratégias. Empresas crescem através de pessoas. E pessoas crescem através da liderança. Esse é o verdadeiro peso da liderança. E também sua maior oportunidade.     Alexandre Rocha Diretor | Grupo Massa | Liderança, Cultura e Transformação Organizacional    

Roberto Herrera assume a presidência da ADVB/PR para o biênio 2026-2027

Novo presidente propõe gestão orientada ao crescimento estruturado e à ampliação da relevância da entidade no Paraná O executivo Roberto Herrera assume a presidência da ADVB/PR para o biênio 2026–2027 em cerimônia realizada na última segunda-feira, 6 de abril, no Hard Rock Cafe Curitiba, com a presença de autoridades, ex-presidentes, diretoria e associados da entidade. Ele sucede a gestão de Gislayne Muraro em um momento de consolidação institucional e fortalecimento do protagonismo da associação no cenário paranaense. Com trajetória construída dentro da própria entidade, Herrera já atuou como associado, diretor e vice-presidente, além de liderar iniciativas como o Top de Marketing, o Prêmio Personalidades e o Business Connect. Também participou do processo de transformação institucional iniciado em 2016, contribuindo para o posicionamento atual da ADVB/PR no mercado. “Acredito que essa escolha para a presidência é fruto de uma trajetória construída com consistência, da vivência dentro da entidade e da relação com o mercado. Recebo essa missão com gratidão e, principalmente, com senso de responsabilidade, para dar continuidade ao legado construído brilhantemente pelos ex-presidentes e diretoria”, afirma o presidente.  Para o novo ciclo, a gestão será orientada por três pilares: expansão sustentável, governança e fortalecimento da marca. A proposta é ampliar a presença da entidade no Paraná de forma estruturada, com planejamento e execução disciplinada, além de consolidar sua relevância junto ao mercado. “Gestão de marca é reputação, consistência e autoridade. As empresas que investirem nisso estarão mais preparadas para atravessar ciclos e construir legado. É uma agenda estratégica que precisa estar no centro das decisões”, afirma. “Nosso objetivo é consolidar cada vez mais a ADVB como uma entidade que conecta, desenvolve e gera impacto real. Queremos fortalecer pontes entre empresas, profissionais e setores, ampliando o papel da ADVB como agente de desenvolvimento.” Na trajetória profissional, Herrera atua desde 2005 na gestão de negócios e pessoas, liderando equipes e projetos de maior complexidade. Atualmente, está à frente da gestão executiva de marca e conteúdo da Gazeta do Povo, onde também conduz o projeto de expansão da empresa na região Sul. A diretoria da ADVB/PR para o biênio 2026–2027 é composta por: Presidente Roberto Herrera Presidente do Conselho Deliberativo Gislayne Muraro Vice-Presidentes Aldo Alfredo Malucelli Laila Sol Leonardo Lazarotto Rafael Maia Rogério Afonso Vice-Presidentes Regionais Londrina – Luciana Soutello Cascavel – Lineu Saldanha Diretoria Alexandre Rocha Andreia Caldani Cícero Rhor Claudia Zilli Fabiano Aguiar Fabiano Spyra Guilherme Vieira Jackson Hara Joaquin Presas Marcelo João Marcelo Repetto Paulo Krauss Pedro Pavão Rafael Magosso Roger Rieger Rodrigo Libório Silmara Souza Simone Lima Thais Silva Ticiane Pfeiffer Conselho Fiscal Heleni Kato Jean Claudio dos Santos Lian Trabulci Marcos Junior Rogério Kriger

Edital de Convocação para Assembleia ADVB/PR Convocação para Assembleia Geral Ordinária

A Presidente da Diretoria Executiva da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil – ADVB/PR, no uso de suas atribuições, convoca todos os associados para comparecerem à Assembleia Geral Ordinária, designada para o dia 26 de março de 2026, às 19h, no local: Hard Rock Cafe, R. Buenos Aires, 50 – Batel, Curitiba – PR, para atender à seguinte ordem do dia: * Prestação de contas 2024/2025; * Eleição do Diretor-Presidente, Vice-Presidentes, Diretores e Membros do Conselho Fiscal para a gestão do biênio 2026/2027 – de março de 2026 a fevereiro de 2027; * Assuntos Gerais. Curitiba, 20 de fevereiro de 2026 Gislayne Maria Muraro da Silva Guimarães Presidente da ADVB/PR